Entrevista realizada com a coordenadora da Escola Presidente Médici, após a realização da mudança e instalação de computadores.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Hub, switch ou roteador? Descubra e monte a sua rede doméstica
Quer montar uma rede doméstica e não sabe qual dispositivo escolher? Descubra qual a diferença entre hub, roteador e switch
Montar uma rede doméstica há muito deixou de ser tarefa exclusiva para técnicos em informática. Com equipamentos cada vez mais baratos e fáceis de configurar, dividir o sinal da internet e conectar diferentes computadores tornou-se um processo simples e que envolve somente a conexão de alguns poucos cabos.
A confusão se dá na hora de comprar o aparelho responsável por intermediar os sinais enviados e recebidos das máquinas. Para quem entra em uma loja, hubs, switches e roteadores parecem palavras sinônimas - algo reforçado por vendedores que muitas vezes não fazem ideia das funções do que vendem.
Confira abaixo uma lista das principais diferenças entre esses dispositivos e esclarecimentos sobre quando usar cada um deles.
Hub
O termo "hub" pode ser traduzido como "ponto central", o que dá uma ideia bastante clara do objetivo desses aparelhos. Com a função de interligar computadores em uma rede local, o hub recebe dados vindos de um computador e os retransmite para outra máquina. Durante o processo, outros usuários ficam impossibilitados de enviar informações.
Assim, redes interligadas através de hubs costumam apresentar bastante lentidão, especialmente quando há muitas máquinas interligadas. Em uma rede com 10 máquinas, por exemplo, enquanto duas delas se comunicam, oito têm que esperar pela sua vez.
Um dispositivo do tipo pode contar com várias entradas para a conexão do cabo de rede de cada computador, e em geral é possível encontrar opções com 8, 16, 24 ou 32 portas. Porém, devido às limitações na transmissão de dados, os hubs foram completamente substituídos pelos switches.
Switch
Os switches são aparelhos bastante semelhantes aos hubs, tendo como principal diferença a forma como transmitem dados entre os computadores. Enquanto hubs reúnem o tráfego em somente uma via, um switch cria uma série de canais exclusivos em que os dados do computador de origem são recebidos somente pela máquina destino.
Com isso, a rede não fica mais congestionada com o fluxo de informações e é possível estabelecer uma série de conexões paralelas sem nenhum problema. O resultado é um maior desempenho e comunicação constante entre as máquinas, exceto quando dois ou mais computadores tentam enviar informações para o mesmo destinatário.
É possível encontrar no mercado switches com número variável de entrada, que podem ser conectados entre si para aumentar a rede. Como os problemas na comunicação são muito menores do que nas redes conectadas por hubs, praticamente todos foram substituídos por switches e é difícil encontrar alguma rede que ainda os utilize.
Atualmente, os aparelhos mais usados possuem o nome de "hub switch", e possuem um preço econômico semelhante ao de um hub. Esse tipo de dispositivo é voltado principalmente para redes pequenas, com até 24 computadores.
Roteador
Usados em redes de maior porte, os roteadores têm como principal vantagem atuar de forma mais inteligente que os switches. Além de estabelecer a comunicação entre duas máquinas, esses dispositivos também possuem a capacidade de escolher a melhor rota que a informação deve seguir até seu destino. Com isso, a velocidade de transferência é maior e a perda de dados durante a transmissão diminui consideravelmente.
São dois tipos de roteadores disponíveis no mercado, os estáticos e os dinâmicos. O primeiro sempre escolhe o menor caminho para enviar os dados, sem considerar se há alguma espécie de congestionamento. Já o segundo tipo detecta obstáculos e encontra sempre a rota mais rápida para enviar dados, mesmo que o caminho percorrido seja maior.
Outra vantagem dos roteadores é a capacidade de interligar redes, tornando-os uma opção atrativa para grandes empresas. Alguns aparelhos também vêm equipados com recursos extras, como firewalls capazes de bloquear o envio de conteúdos indesejados entre as máquinas interligadas.
Aliado a outros dispositivos, os roteadores são essenciais para o funcionamento da internet. Ao permitir que diversas pequenas redes conversem entre si, os aparelhos fazem com que informações deixem de estar confinadas a um ambiente local e sejam compartilhadas por usuários espalhados por todo o mundo.
Pendrives perdem os dados se ficarem muito tempo desligados?
Você já parou para pensar que os pendrives podem perder os dados?
Você já parou para pensar na quantidade da sua vida que está armazenado em pendrives? Grande parte dos usuários utiliza as unidades removíveis para carregar fotos, textos, trabalhos e programas portáteis. O problema é que eles não são invencíveis, ou seja, há muitos erros que podem atingir esses dispositivos e, consequentemente, causar danos aos seus proprietários.
Há os que acabam quebrando por ficarem soltos nas mochilas e os que são infectados com vírus - e isso representa apenas uma fração do que pode acontecer. Além dos problemas conhecidos, há também uma grande gama de erros que são temidos pelos usuários, mesmo sem que exista a certeza de que eles realmente possam afetar os dispositivos de memória portáteis.
Uma dessas dúvidas é relacionada à perenidade dos dados armazenados. Você já parou para pensar que os pendrives podem perder os dados? Nos Estados Unidos, os pendrives são chamados de USB Flash Drive, pois o tipo de memória utilizada é Flash, que por muito tempo foi considerada como memória volátil. Mas será que essa história ainda funciona assim?
Os primórdios da memória flash
No começo da década de 1980, engenheiros relacionados à Toshiba começaram a desenvolver unidades de armazenamento que permitissem muito mais rapidez no acesso e dispensassem a utilização de partes mecânicas (como acontece com os discos rígidos comuns). Para isso, unidades de memória Flash passaram a ser pesquisadas e desenvolvidas.
O nome da tecnologia é oriundo da similaridade do processo com os flashs das câmeras fotográficas. Em vez de os dados serem escritos em discos rotativos, eles são enviados para a memória em pulsos elétricos (pendrives, por exemplo, apresentam clocks de pulso de cerca de 12 MHz).
Nesse período de desenvolvimento, muitos tipos diferentes de memória Flash foram utilizados até que se atingisse o atual patamar, em que os padrões respondem pelos nomes NOR ou NAND (a primeira possui capacidades mais baixas, além de possuir custos mais elevados e ser mais lenta do que a NAND).
Volátil ou não volátil?
Atualmente, a memória Flash não é volátil, mas houve um período em que os dispositivos utilizados para o armazenamento dos arquivos eram SDRAM (o mesmo padrão utilizado por muitos pentes de memória RAM, possuindo capacidade de sobreinscrições ilimitadas). Isso acontecia porque os desenvolvedores buscavam formas de eliminar a limitação de inscrições que os discos apresentavam.
Como sabemos, esse tipo de memória é "zerado", a cada vez que a energia elétrica é cortada. Para evitar que os discos perdessem todos os dados, foram colocadas baterias nas estruturas, garantindo que nunca faltasse alimentação energética e, assim, os dados não seriam perdidos.
O grande problema disso é que, após algum tempo, a bateria perdia a carga e os dados eram perdidos completamente. Foi com isso que surgiu o mito relacionado à perda de informações dos discos removíveis. Pode-se dizer que essa fase do desenvolvimento "sujou" o nome da memória Flash.
Mas afinal, é só um mito?
Como já dissemos, houve um período em que os dispositivos de memória Flash eram voláteis, impedindo que os usuários pudessem manter seus dados seguros por muito tempo, mas hoje a história é bem diferente. Como são utilizadas memórias NAND (Not And, ou seja, sequenciais), os pendrives não são voláteis. Em suma, utilizando como base os pendrives e SSDs atuais, a dúvida de hoje é realmente um mito. Mas um problema precisa ser lembrado: a memória Flash sofre com a limitação de inscrições. Ou seja, após algum tempo, os dispositivos de memória deixam de apagar dados e armazenar novos, tornando-se estáticos (como CDs que não permitem regravações).
Nokia e Microsoft assinam acordo para criar um novo sistema
A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, anunciou nesta quinta-feira que assinou um "acordo definitivo" com a Microsoft para criar um novo sistema conjunto baseado no Windows Phone do gigante tecnológico americano, que concorra com o iOS da Apple e o Android do Google. Este acordo, antecipado em 11 de fevereiro, estabelece os termos da nova aliança, incluindo as contribuições conjuntas ao desenvolvimento do novo sistema.
Além disso, as companhias anunciaram em comunicado conjunto um "progresso significativo" no desenvolvimento dos primeiros produtos da nova gama de celulares dotados do Windows Phone, cujo lançamento não está previsto para antes de 2012. "A natureza complementar de nossos ativos e a competitividade integral dessa oferta combinada é o que fundamenta nossa relação", disse o executivo-chefe da Nokia, Stephen Elop.
Por sua vez, o principal responsável da Microsoft, Steve Ballmer, ressaltou que este acordo "é bom para a indústria". "Juntos inovaremos de forma mais rápida, proporcionaremos oportunidades melhoradas aos consumidores e, a nossos sócios, a possibilidade de compartilhar o sucesso de nosso sistema", ressaltou Ballmer.
O gigante finlandês fornecerá ao sistema Windows Phone o design do hardware, o suporte de idiomas, mapas, navegação GPS e a tecnologia de imagem e som. Além de oferecer o sistema operacional, a Microsoft contribuirá também com o site de buscas Bing e com diferentes serviços de jogos, redes sociais e publicidade, entre outros. O acordo prevê ainda a abertura de uma nova loja de aplicações conjunta que unirá a Nokia Ovi Store e a Windows Marketplace.
Além disso, as companhias anunciaram em comunicado conjunto um "progresso significativo" no desenvolvimento dos primeiros produtos da nova gama de celulares dotados do Windows Phone, cujo lançamento não está previsto para antes de 2012. "A natureza complementar de nossos ativos e a competitividade integral dessa oferta combinada é o que fundamenta nossa relação", disse o executivo-chefe da Nokia, Stephen Elop.
Por sua vez, o principal responsável da Microsoft, Steve Ballmer, ressaltou que este acordo "é bom para a indústria". "Juntos inovaremos de forma mais rápida, proporcionaremos oportunidades melhoradas aos consumidores e, a nossos sócios, a possibilidade de compartilhar o sucesso de nosso sistema", ressaltou Ballmer.
O gigante finlandês fornecerá ao sistema Windows Phone o design do hardware, o suporte de idiomas, mapas, navegação GPS e a tecnologia de imagem e som. Além de oferecer o sistema operacional, a Microsoft contribuirá também com o site de buscas Bing e com diferentes serviços de jogos, redes sociais e publicidade, entre outros. O acordo prevê ainda a abertura de uma nova loja de aplicações conjunta que unirá a Nokia Ovi Store e a Windows Marketplace.
sábado, 16 de abril de 2011
Finanças e telecomunicações são os principais clientes de TI
As atividades de finanças e telecomunicações foram os principais clientes de produtos e serviços de Tecnologia da Informação (TI) no País em 2009, respondendo por um quarto do mercado. Segundo a Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação (PSTI) 2009, divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a área de finanças respondeu por 18,3% dos pedidos desses produtos. O setor de telecomunicações demandou 10,0%.
O setor de serviços como um todo, que inclui as atividades de finanças e telecomunicações, respondeu por 51,8% do mercado consumidor de TI, seguido pelo setor público (18,2%), indústria (12,9%), outros segmentos (11,7%) e comércio (5,4%).
"Finanças e telecomunicações são setores intensivos em tecnologia. O setor financeiro, em especial, é altamente demandante porque é um mercado globalizado e as transações são feitas em segundos. Neste setor, a velocidade é um diferencial", disse o pesquisador Roberto Saldanha.
A pesquisa analisou 2 mil empresas com mais de 20 funcionários no país. Entre elas, no que se refere à diversificação, 89,1% desenvolvem até quatro produtos. Apenas 10,9% desenvolvem cinco ou mais produtos. No que se refere à receita, 55,8% dessas empresas têm receita de até R$ 5 milhões. Apenas 11,1% têm receita superior a R$ 30 milhões.
A pesquisa
A Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação é o primeiro estudo do IBGE sobre a oferta de serviços de informática no Brasil. O instituto pesquisou 2.008 empresas de Tecnologia da Informação no País, todas elas com mais de 20 funcionários, que respondem por 75% do setor. Os dados divulgados nesta sexta-feira se referem à atuação dessas empresas em 2009, e apresenta os principais produtos de TI ofertados, as exportações de serviços e os principais segmentos da economia atendidos.
A Pesquisa de Serviços de Tecnologia da Informação é o primeiro estudo do IBGE sobre a oferta de serviços de informática no Brasil. O instituto pesquisou 2.008 empresas de Tecnologia da Informação no País, todas elas com mais de 20 funcionários, que respondem por 75% do setor. Os dados divulgados nesta sexta-feira se referem à atuação dessas empresas em 2009, e apresenta os principais produtos de TI ofertados, as exportações de serviços e os principais segmentos da economia atendidos.
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